Raízes do Bacuri
Mulheres que preservam memória ancestral, modos de vida tradicionais e o agroextrativismo sustentável como forma de resistência, identidade e geração de renda.
A Comunidade Quilombola do Bacuri tem sua origem no início do século XVIII, por volta de 1700, quando cerca de dez famílias africanas, trazidas ao Brasil encontraram refugio em território fértil, rico em bacurizeiros – árvore que deu nome a cmunidade.
O reconhecimento oficial pela Fundação Cultural Palmares ocorreu em 2009. Desde então, a comunidade aguarda a regularização fundiária pelo INTERPA ( Instituto de Terra do Pará).
“A criação da Associação representa uma conquista coletiva — um marco na luta por reconhecimento, protagonismo feminino e valorização da identidade quilombola.”
Fundada em 20 de Fevereiro de 2015, a Raízes do Bacurí nasceu da coragem de mulheres que não tinham voz na associação mista existente. Uma conquista de todas
Famílias africanas fugidas da escravidão se refugiam na região rica em bacurizeiros e fundam a comunidade.
As famílias se mobilizam e criam a primeira associação mista em busca de direitos e reconhecimento.
A Fundação Cultural Palmares reconhece oficialmente a Comunidade Quilombola do Bacuri.
As mulheres quilombolas fundam sua própria associação, conquistando voz e protagonismo no território.
Nossa identidade está enraizada na ancestralidade, na floresta e na força das mulheres que carregam saberes de gerações.
Ser referência no fortalecimento das mulheres quilombolas e no desenvolvimento comunitário sustentável com identidade e justiça social.
Fortalecer o protagonismo das mulheres quilombolas por meio da valorização dos saberes tradicionais e economia solidária.
Ancestralidade, protagonismo feminino, solidariedade, sustentabilidade, economia solidária e justiça social são os pilares que guiam cada passo da nossa associação.