O projeto mobiliza a comunidade para potencializar duas atividades já presentes no território: o cultivo da mandioca sem o uso de queimadas e o reflorestamento de áreas por meio do manejo dos bacurizeiros nativos. Essas ações unem tradição e inovação, promovendo práticas produtivas que respeitam a natureza, geram renda e fortalecem a identidade quilombola.
Mais do que produzir, o Putirum busca construir um modelo de desenvolvimento economicamente eficaz, socialmente justo e ambientalmente responsável, orientado pelas cinco dimensões da sustentabilidade.
É fundamental para fortalecer a autonomia econômica das mulheres quilombolas, promovendo geração de renda e trabalho